Ele chegou às 5 da manhã e, ao entrar pela porta
da sala, gritou:
"Quero que todos vocês morram!". Pegou um
machado no porão, quebrou todos os espelhos da
casa, pintou todas rosas do jardim de preto,
desenhou símbolos estranhos com sangue nas
paredes e, depois, sentou-se para tomar o café
da manhã que foi preparado como se nada tivesse
acontecido. Era apenas mais um dia comum para
ele na casa de alguém que esqueceu de trancar
a porta antes de dormir.
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